O artista plástico Miklos comenta, em “Scientia Una”, que ao consultarmos um oráculo, não devemos ir em busca de respostas prontas e definitivas sobre nossas vidas.
Se estas respostas existissem não valeria a pena continuar lutando, bastava sentar e esperar que o destino se manifestasse.
É muita arrogância encontrar gente que se diz capaz de ler o futuro ou mudar o destino. Quem age assim não sabe o que está falando. E, também, não sabe o que está lendo nas cartas, búzios ou moedas.
A função das artes divinatórias é permitir um contato mais íntimo com a sabedoria universal. “No oráculo não existe jogo de adivinhação ou passaporte para o dia de amanhã. O objetivo deve ser a compreensão de nós mesmos, a partir da natureza e da vida”, diz Miklos.
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